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Empreendedorismo

Pequenas empresas ficam mais competitivas

18/07/2011

Goiânia - Há oito anos, Fábio Mendanha abandonou a carreira como jogador de futebol para se dedicar a uma nova atividade profissional: tornar-se empresário. Na época, com 28 anos de idade, ele escolheu o segmento de supermercados para atuar. Com pouco recurso financeiro, alugou um espaço no setor Criméia Oeste, em Goiânia (GO), e fez do local o Supermercado Jacaré. Sem muito conhecimento sobre gestão de empresas, o caminho encontrado por Fábio foi participar de cursos de capacitação oferecidos pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae em Goiás). 


A experiência na atividade também foi sendo adquirida com a rotina diária de trabalho. Por ser uma empresa de pequeno porte, Fábio conta com o apoio da mulher na administração do negócio e de mais um empregado nos serviços internos. Mas o pequeno empresário tem planos de expansão, como adquirir o próprio espaço e, com isso, aumentar a estrutura física e gerar mais emprego e renda.


Para começar a alcançar essa meta, o empresário passou a investir em melhorias na atual estrutura do Supermercado Jacaré. Mas isso só foi possível depois de receber apoio gratuito, por meio de uma consultora do Projeto Agentes Locais de Inovação (ALI). A finalidade do projeto, uma iniciativa do Sebrae, é promover inovação nas empresas, por meio de orientações de profissionais especializados. Nas visitas, eles buscam soluções e oferecem respostas às demandas de cada empreendimento atendido.


A agente local de inovação Kelly Kuramoto foi quem visitou o empreendimento do Fábio. Ela ajudou a identificar os pontos de melhoria no supermercado e sugerir soluções inovadoras, principalmente a baixo custo, para que a empresa conseguisse aumentar sua competitividade no mercado. As melhorias foram feitas desde a fachada, organização de caixa, estoque de mercadorias até exposição de produtos. “É muito bom o atendimento dos agentes. No meu caso, trouxe informação para a empresa. Mas é preciso estar aberto para ouvir e fazer o que os agentes pedem. Fazer sem medo de errar”, garante o empresário.


Projeto na prática


Realizado há um ano e meio em Goiás, o ALI atende segmentos como construção civil, indústria de móveis, cosméticos, supermercados e confecção, por meio de 20 agentes com formação multidisciplinar. O público-alvo são micro e pequenas empresas do entorno dos principais centros comerciais, que recebem visitas periódicas dos agentes.


Eles interagem com os empresários, oferecendo informações e dicas de como essa pequena empresa pode inovar. O acompanhamento é feito por pelo menos um ano, e pode se estender por mais outro ano. O empresário não paga pela consultoria oferecida pelo agente. Somente as soluções sugeridas pelo consultor serão custeadas pelo empresário.


Os agentes são profissionais com até três anos de conclusão da graduação em Administração, Ciências Contábeis, Economia e Gestão de Negócios, capacitados para trabalhar diretamente com as pequenas empresas, apresentando soluções de acordo com as necessidades de cada empreendimento.


Fonte: Fernando Dantas/ASN


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