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Colunistas - Silvia Rocha

Arquitetura Corporativa: um agente de resultados positivos nas organizações

No século atual, o tempo é marcado de forma diferente. Em 2009 as horas do dia não são as mesmas de 1811, ano do início da construção comercial com o primeiro mercado de Paris, o St. Martin – seguido das primeiras salas comerciais, época em que os negócios imobiliários foram favorecidos pelas ações “pós-revolução francesa”.

Muitas mudanças ocorreram nos últimos duzentos anos, e é impressionante constatar como o mercado está cada vez mais competitivo e exigente e como as cobranças por melhores resultados pedem dias cada vez “maiores”. Os métodos laborais precisam ser extremamente eficazes e perfeitamente sincronizados. A expressão “time is money” já está ultrapassada, pois o tempo agora é muito mais que dinheiro; ele é o ar que não pode faltar às empresas. Ninguém pode perdê-lo. Ninguém pode desperdiçá-lo. E nesse novo cenário a arquitetura corporativa torna-se essencial.

Muito mais que um recurso estético e decorativo, voltado para a composição de layouts dos postos de trabalho, a arquitetura corporativa tem um papel fundamental no planejamento do negócio e nos resultados operacionais e financeiros da organização. Na corrida contra o tempo, a criação de ambientes funcionais, adaptados às necessidades de agilidade nos processos, comunicação eficaz e alta produtividade, passou a ser o principal desafio. Além disso, esse segmento da arquitetura preocupa-se com a questão do elemento humano, que deixou de ser apenas uma peça da engrenagem, tornando-se fator primordial. Para o arquiteto Fabio Rocha, responsável por parte dos escritórios da indústria farmacêutica Stiefel, “ambientes empresariais bem planejados e integrados, com espaços de trabalho humanizados, resultam em maior produtividade”. Para a elaboração deste projeto, organização, intercomunicação de equipes e crescimento a médio prazo foram as diretrizes fornecidas pelo cliente.

A revolução do mercado forçou as empresas a uma reestruturação organizacional e tecnológica. A intensificação da concorrência resultou na procura por soluções arquitetônicas que tornem os ambientes não só funcionais, mas também confortáveis e sofisticados. Este foi o objetivo da Tour House, empresa de viagens corporativas que contratou o arquiteto com a missão de ampliar sua estrutura operacional em 40%. Cada metro quadrado deste complexo projeto assimétrico levou em consideração a ocupação densa necessária, bem como a preservação da excelência operacional e a inclusão de elementos estéticos, conforto térmico e acústico. “Para otimizar os espaços, nem mesmo o hall do elevador foi poupado. Isso tudo sem abrir mão da ergonomia e do bem-estar, proporcionados por mobiliário e projeto luminotécnico adequados”, explica Fabio Rocha.

Em projetos corporativos, climatização dos ambientes, iluminação eficaz, acústica adequada, infraestrutura correta para receber modernos sistemas de cabeamento, elétrica e equipamentos de ponta e ainda ergonomia do mobiliário são apenas algumas das inúmeras soluções a serem planejadas. E todos esses aspectos precisam estar integrados e se relacionarem fortemente com a imagem, marca, missão, visão e valores da organização. Isso sem falar de legislação trabalhista, normas regulamentadoras, prevenção contra incêndio, rotas de fugas, sinalização e pisos adequados, acessibilidade etc. etc. etc. “Criar e personalizar um projeto envolve a integração do meio ambiente ao perfil do cliente”, finaliza o arquiteto. Essa é a missão árdua que a arquitetura corporativa vem cumprindo e aprimorando desde a antiga Paris.

Contatos através do e-mail:
silvia@fabiorochaarquitetura.com.br

Site: www.fabiorochaarquitetura.com.br

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